O regresso à vidinha de todos os dias
Os dias estão já mais pequenos, a noite cai lembrando-nos que ai vêm os dias de frio, as folhas caídas no chão com aquele tom amarelo e estaladiças, o retorno á vida do dia-a-dia, à normalidade da vida de cada um.
Por mim, este perfume a terra molhada quando o dia acorda, o vento que rodopia ao de leve, tudo me traz felicidade. Recordações do início do ano lectivo, que era aí que os 365 dias começavam, porque todos os sonhos se sentavam ao nosso lado, na cadeira desocupada, no olhar perdido para lá da janela, no recreio.
A vida tem destas coisas e quanto mais avança mais nos deposita no colo essas lembranças de criança, adolescente, das primeiras paixões inocentes e por isso mesmo sem defeitos.
Essa mesma inocência que vamos perdendo ao longo dos tempos, da mesma forma que se desvanece a capacidade de acreditar que tudo vai ser bom, os nossos sonhos entregues na palma da nossa mão, que fechamos com força para não fugirem.
O difícil mesmo é não amadurecer vergados à amargura, revoltados com tantos anos de luta e contudo as dificuldades são as mesmas, as dores as mesmas, as tristezas as mesmas.
Hoje quando a minha neta com cinco anos entrou a porta da sua escola primária, acredito que se sentiu um pouco amedrontada, mas plena de sonhos.Que bom seria continuarmos assim pelo resto da vida!
Por mim, este perfume a terra molhada quando o dia acorda, o vento que rodopia ao de leve, tudo me traz felicidade. Recordações do início do ano lectivo, que era aí que os 365 dias começavam, porque todos os sonhos se sentavam ao nosso lado, na cadeira desocupada, no olhar perdido para lá da janela, no recreio.
A vida tem destas coisas e quanto mais avança mais nos deposita no colo essas lembranças de criança, adolescente, das primeiras paixões inocentes e por isso mesmo sem defeitos.
Essa mesma inocência que vamos perdendo ao longo dos tempos, da mesma forma que se desvanece a capacidade de acreditar que tudo vai ser bom, os nossos sonhos entregues na palma da nossa mão, que fechamos com força para não fugirem.
O difícil mesmo é não amadurecer vergados à amargura, revoltados com tantos anos de luta e contudo as dificuldades são as mesmas, as dores as mesmas, as tristezas as mesmas.
Hoje quando a minha neta com cinco anos entrou a porta da sua escola primária, acredito que se sentiu um pouco amedrontada, mas plena de sonhos.Que bom seria continuarmos assim pelo resto da vida!

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